.:GRÃO

RESIDÊNCIA

.:GRÃO

Durante o mês de julho de 2016, o duo .:grão participou do programa de residências do Área Criativa, em Pedra Azul/MG. Neste período, os artistas desenvolveram a primeira etapa do projeto Arqueologias do imaginário: Pedra Azul e trabalharam com materiais de arquivo, pedras coletadas in loco, fotografias, vídeos e técnicas de cianotipia.

.:GRÃO

.:Arquivos e História

.:Arquivos e História

A primeira ação do projeto se deu antes mesmo de chegarmos à Pedra Azul, quando visitamos o Arquivo Público Mineiro, localizado em Belo Horizonte. Vasculhamos todos os tipos de materiais disponíveis no acervo da instituição, em busca da maior quantidade de informações possíveis acerca da história da cidadezinha do norte de Minas. Queríamos encontrar mapas, livros, fotografias etc, que pudessem nos dizer mais sobre Pedra Azul, desde a origem de seu nome até como ela é retratada por escritores e pesquisadores de diversas áreas.

Ao chegar na cidade, nossa intenção se manteve e fomos em busca dos arquivos públicos da prefeitura e de arquivos privados de habitantes que, como nós, se interessavam pela história do lugar. Ao mesmo tempo em que queríamos saber como a cidade era retratada pela história oficial, também nos interessava a construção do imaginário popular através dos registros não oficiais e do imbricamento entre realidade e ficção.

A partir da pesquisa com arquivos, da coleta de depoimentos orais e da visita a locais históricos, como o antigo Bazar 36, começamos a construir nossa própria relação com a cidade.

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.:Arquivos e Ficção

.:Arquivos e Ficção

Com interesse especial na temática do arquivo, encontramos muitas imagens que nos instigaram enquanto pesquisávamos a história da cidade. Dentre elas, chamaram nossa atenção 16 fotografias, originárias de diversas fontes – inclusive as oficiais, como a Secretaria de Cultura de Pedra Azul –, que pareciam não nos contar nada e, ainda assim, serem repletas de histórias.

Ao agrupá-las, vimos a potencialidade de criar uma narrativa que abarcasse tanto informações objetivas e factuais, quanto aquelas advindas da história oral e das fabulações. Deslocadas do seu contexto, essas imagens um pouco obtusas, pouco informativas, reagrupadas na série possibilitavam que trabalhássemos com o imaginário e a história da cidade, unindo num mesmo espectro e sem distinção, imaginação e realidade.

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